Sexta à noite, frio de lascar. Tudo o que queria era um cigarro, reviro a bolsa e, um que há muito esquecido desperta o brilho em meus olhos.
Mas nada de isqueiro.
Nem fósforo.
Na rua, nenhum fumante.
Só o boteco da esquina salva.
Parede engordurada, muitos homens e cheiro de cachaça ‘Rapaz, tem um isqueiro aí pra emprestar?’
Ao lado do balcão, jogado, solitário; risca, risca, sai o gás, sobe a chama.
Soltei a fumaça pausadamente, agradeci e, ao dar as costas ‘hey dona, semana que vem não passe aqui’. Olhei desconfiada. ‘ordem do homi, não pode mais fumar em são paulo’. Sorriso.
Semana que vem, o jeito será acender em meu fogão.
Mas nada de isqueiro.
Nem fósforo.
Na rua, nenhum fumante.
Só o boteco da esquina salva.
Parede engordurada, muitos homens e cheiro de cachaça ‘Rapaz, tem um isqueiro aí pra emprestar?’
Ao lado do balcão, jogado, solitário; risca, risca, sai o gás, sobe a chama.
Soltei a fumaça pausadamente, agradeci e, ao dar as costas ‘hey dona, semana que vem não passe aqui’. Olhei desconfiada. ‘ordem do homi, não pode mais fumar em são paulo’. Sorriso.
Semana que vem, o jeito será acender em meu fogão.
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